sábado, março 18, 2006

All that Jazz



Desde que fiz a última entrada sobre o José Duarte que andava com isto na cabeça. A ligação tem apenas a ver com a palavra "Jazz", mas o certo é que ontem à noite, ao recordar os Genesis de Peter Gabriel (os únicos), a associação de ideias completou-se:
The Lamb Lies Down on Broadway, George Benson, Bob Fosse e voilá: All that Jazz.
É um dos meus filmes fetiche. No início dos anos 80 (o filme é de 1979), chegava a por todos os dias Vivaldi aos berros, ao acordar! E escrevi o que considero, até hoje, o meu melhor poema psicadélico, intitulado "The Loser".

Ladies & Gentleman: It's showtime!



Hit it! ... 5

Newlook...





O clássico de sempre... Remodelado.
Espero que agrade. .. :)

A propósito deste acontecimento, mudou a disposição.



Lou Christie - Beyond the Blue Horizon - Rain Man OST

An Illegal War Journal . Day Zero . 2003/03/18







Dia zero
Antes de expirarem as 48 horas... (intro)


Verifiquei em www.publico.pt que publicaram a minha última carta ao director. Chamaram-lhe "A América está a mudar", contra o meu título "O Pesadelo Americano". (*)
Nas páginas de opinião, destaque para um artigo do saudoso Vicente Jorge Silva, em resposta à carta da direcção do Público sobre a posição da mesma face à actual crise iraquiana. Apenas a nota final da direcção está disponível online, não o artigo completo.

Uma vez que verifiquei isto às 5:45 da manhã, assumi que se tratava de um simples atraso. De manhã, leio o excelente artigo-resposta do antigo director do Público na edição impressa, que não dispenso, e ao chegar a casa, à noite, verifico que o artigo com a posição da direcção actual ainda não está online. Envio um e-mail ao director do jornal, lamentando o facto.

Vai ser uma noite longa.
Pela uma da manhã, já dia 19, terminam as 48 horas que G. W. Bush deu a Saddam, Qusay e Uday Hussein para abandonarem o Iraque. Não o fizeram, naturalmente.

RS, An Illegal War Journal, 18/03/2003



A partir de amanhã, dia 19.
"An Illegal War Journal", n'A Sombra.





imagem: The Economist



(*)
A América Está a Mudar
Terça-feira, 18 de Março de 2003

Uma singela notícia no último "Ponto Media" merecia um tratamento mais aprofundado: a pseudoconferência de imprensa de G. W. Bush na Casa Branca, em que as perguntas foram sujeitas a pré-aprovação e ordenamento antecipado pela presidência, limitando-se W. Bush a seguir o teleponto e a ler a respectiva resposta.
Não é isto mais que um sinal de como a sociedade norte-americana está a sacrificar todos os seus direitos, um após outro, deixando-se controlar cada vez mais e cedendo a métodos que são uma vergonha para a democracia. Note-se que já está pronto um segundo pacote legislativo que reforça a prepotência do Estado a custo da liberdade individual, o USA Patriot II, que deverá ser apresentado ao Senado em breve.
Imagino que os jornalistas portugueses, até mesmo os que mais entusiasticamente apregoam as virtudes da nação norte-americana, não ficariam indiferentes perante uma imitação deste método por parte de Durão Barroso, numa próxima conferência de imprensa em S. Bento, mas o que é mais extraordinário é que ainda exista quem esgrima o argumento da virtuosidade da democracia dos EUA por comparação com o regime iraquiano, quando parece certo que ambos estão cada vez mais afastados do que se entende por democracia no Velho Continente.
Os EUA estão a mudar muito depressa. A "América" de que nos falam os colunistas mais favoráveis a uma guerra no Iraque já quase não existe.
O sonho americano está a transformar-se, cada vez mais, num pesadelo de que é imperioso acordar.


Rui Semblano
Vila Nova de Gaia

in http://jornal.publico.pt/2003/03/18/EspacoPublico/OCRT01.html

sexta-feira, março 17, 2006

As sombras que A Sombra tem...






Seguindo os links nos botões podem encontrar os diversos ramos d'A Sombra.
Este organigrama ficará disponível, para orientação futura.

A Sombra © Rui Semblano 2003/2006

Disappear...



O Inverno passa, psicadélico...




Mazzy Star - Disappear - Among My Swan '96

40 anos de 5 em 5 minutos


And that's a wrap.



Lester Young - It Takes Two to Tango - 28-11-1952 (*)



.. Não podia ter acabado melhor. 28 de Novembro é o dia do meu aniversário. Só que eu sou de 1963!

quinta-feira, março 16, 2006

George and the wolf...



Terão Radioactividade em Teerão?
Ou não?

O Ocidente em geral e, em particular, os EUA já perderam no Iraque e no Afeganistão toda a ameaça plausível que lhes restava.
Podem sempre tentar por John Bolton a cantar na Voz da América, mas resultaria?

Entrada concluída. . Posted by Picasa


O senhor John Bolton, hoje representante dos EUA na ONU, questionado na BBC World, há uns dias, sobre que tipo de mensagem se enviava ao perseguir o Irão e premiar a Índia pelo mesmo motivo, respondeu da seguinte e fantástica forma:

"Não é o mesmo. A Índia merece toda a nossa confiança e, além disso, nunca aderiu ao Tratado de Não Proliferação de Armas Nucleares (TNPAN), ao passo que o Irão é membro efectivo do TNPAN e tem andado a enganar toda a gente, em especial a IAEA."

Reacção imediata do entrevistador (e minha, a assistir!): Mas então basta que o Irão se retire do Tratado e já pode ter o programa nuclear à vontade! Pois é. Mas as coisas não são assim tão simples, como lembrou de seguida John Bolton. Só que, como tal, também não convém lá muito usar de simples expedientes de "chico-esperto" ao responder a este tipo de perguntas.

Uma coisa é certa; depois do fiasco iraquiano, os EUA não têm credibilidade para constituir uma ameaça real ao Irão. Mesmo com a ajuda internacional, criar um lamaçal na Pérsia para somar ao da Babilónia é uma péssima ideia. A única forma de enfrentar uma ameaça deste tipo é a pé firme (como já disse).
O pior dos cenários que daí venha a surgir será sempre melhor do que qualquer um dos gerados por uma intervenção militar no Irão. Está mais do que demonstrado que, perante a realidade actual, um ataque aéreo do tipo que os israelitas brilhantemente executaram em Osiraq já não resulta, além de que só servirá para abrir as hostilidades com os iranianos, que responderão abrindo as portas do inferno já entreabertas no Iraque e no Afeganistão.

Em caso de um ataque deste tipo, porém, o Irão dificilmente atacará Israel (Ahmadinejab não é estúpido) e com toda a certeza, para além das costumeiras exaltações da Rua Árabe, não declarará guerra "ao Ocidente". Resultado: a perda total de algum sentido de retorno à normalidade no Afeganistão - com imediata repercussão no Paquistão! - e o pandemónio completo no Iraque, com os shiitas radicais em roda livre. Estas consequências são também aplicáveis ao cenário improvável da invasão. Só que, então, seria ainda pior.

A reacção a uma invasão do Irão seria imprevisível não só no Médio Oriente e nos países árabes em geral - onde o já débil regime de Saud enfrenta hoje notórias dificuldades - como em locais como o Paquistão e a Indonésia (o país com maior número de muçulmanos), que poderão cair no radicalismo mais facilmente do que é aparente. Com os apoios certos, os militares (esqueçam a "democracia" nesses países; a única coisa que segura os regimes indonésio e paquistanês são os militares) podem "reconverter-se" ao "verdadeiro" Islão, o que transformará Caxemira num barril de pólvora ainda maior (levando a Índia a uma escalada do nuclear - aliás já na calha) e colocará em perigo os vizinhos "menos muçulmanos" dos indonésios (como Timor!). E não esqueçamos o norte de África, onde o fanatismo islâmico aguarda ansiosamente uma desculpa qualquer para emergir, e o seu "corno", em que o mesmo sucede.
É a velha teoria dos dominós, mas ao contrário.

É voz corrente no mundo islâmico que o "Ocidente" luta pelo controlo efectivo dos recursos energéticos do Oriente Médio. Chamam a isto "as novas Cruzadas", como também lhes chamou G. W. Bush, quando ainda estava distraído, que foi antes de alguém na Casa Branca ter sugerido que, se calhar, tal nome não era lá muito boa ideia.
O Ocidente, e não apenas os EUA (como ficou demonstrado cabalmente com a crise dos cartoons dinamarqueses), é o inimigo. Desfazer esta imagem demorará anos; muitos anos. Mas não passa este processo por nova invasão de um país islâmico, sob a bandeira da "prevenção". É necessário esperar para ver. E talvez seja preciso pagar para ver, também. Porque talvez exista um preço, e bem alto, mas se não estivermos dispostos a pagá-lo, será mil vezes pior.

Opções concretas?
Conduzir o Irão ao nuclear, enredando-o nas suas promessas e palavras, nas suas exortações e compromissos - que se trata de política energética e não de defesa. A seguir, mostrar-lhes as alternativas e o fim do nuclear energético de fissão, com todas as energias limpas alternativas e com o advento próximo da fusão - em que o Irão deveria ser envolvido rapidamente. Porque não?
Fazer tudo o que for possível para que o mundo veja claramente o que quer o Irão, de bom e de mau, e faça o seu juízo de modo a que, se um dia se concretizar a hoje imaginada ameaça iraniana, a comunidade internacional se junte a uma só voz - mundo islâmico incluído - para condenar e punir tal agressão ou clara intenção de agredir. mas perante factos comprováveis por todos, e não por meio de "provas" mostradas a meia dúzia de amigos no segredo dos gabinetes.

Se os iluminados que hoje transformam em dia a noite de Washington tivessem a mesma pujança em 1944, a II Guerra Mundial teria "preventivamente" continuado depois de Berlim e de Hiroshima, em direcção a Moscovo e a Pequim. E quem sabe onde, quando e como teria acabado...
É certo que a analogia dos "maus vizinhos" não se aplica por transfer ao nuclear - o meu vizinho, por muito mau que seja, nunca terá uma arma nuclear em casa (e daí...) - mas é essa a lógica que deve prevalecer, mesmo sabendo que é de ADM's que falamos e não de uma divisão blindada a atravessar uma qualquer fronteira a milhares de quilómetros de nossas casas.
O risco é enorme, mas necessário. Não o correr não é uma opção. E talvez por isso mesmo, desta vez será diferente e o corramos, como não corremos com o Iraque.

E se, por infelicidade, o tempo e as acções dos homens vierem a provar que o Irão queria o nuclear para fazer a guerra, calem-se então os que estão mortos por ter essa razão. Pois não a terão, não. Por vezes, é necessário sofrer para ganhar legitimidade, e no caso da legítima defesa, é sempre preciso sofrer, nem que seja só a ameaça - credível e comprovada!
Mas não é de relatórios encomendados aos serviços secretos que falo. É de factos palpáveis e visíveis por todos; no limite, sim, um cogumelo horrendo. Até porque, depois do Iraque, será extremamente difícil convencer o mundo de que Teerão procura a guerra antes que ela se inicie.

E quando o lobo morder, não se esqueçam de agradecer ao Pedro - quer dizer, ao George.

Rui Semblano

quarta-feira, março 15, 2006

No(vember...)



Nada, hoje.
Excepto o Miguel.
E o seu silêncio...




Art of Noise - Opus 4 - The best of (blue cover)




Vai leve a sombra
Por sobre a água.
Assim meu sonho
Na minha mágoa.

Como quem dorme
Esqueço a viver.
Despertarei
Ao sol volver.

Nuvem ou brisa,
Sonho ou [...] dada
Faz sentir; passa,
E não foi nada.

Fernando Pessoa, Poesias Inéditas (1913-1930), Ática, Lisboa 1970

terça-feira, março 14, 2006

E ainda falam da Paris Hilton...


Já nem me lembrava desta, coitada...

No passado dia 28 de Fevereiro, Fátima Lopes passou os seus novos trapos em Paris. Na altura, em entrevista ao Correio da Manhã e na televisão, afirmou qualquer coisa como isto:
"Se os outros estilistas usam peles, porque não hei-de eu fazer o mesmo?" - uma prova de inteligência absoluta.

Não se fique pelo Canadá!


Escreva a Fátima Lopes e diga-lhe o que pensa: Para Paris! ou Para Lisboa!
E não compre Fátima Lopes, incluindo revistas que tragam peças
do faqueiro desenhado pela senhora ou seja lá o que for.

Ok. Now blame Canada. For real.


FALTAVAM 15 DIAS!... quando publiquei esta entrada.

A "caçada" (se é que se pode assim chamar) de focas anual do Canadá é a maior carnificina de mamíferos marinhos do planeta. É também a mais cruel. No fim deste mês, pescadores do Atlântico Norte vão invadir os bancos de gelo para matar focas bebés a tiro e à paulada, apenas para ganharem alguns dólares extra com as suas peles.
A maior parte destas focas está indefesa. O ano passado, 98.5% das focas abatidas tinham dois meses de idade ou menos ainda...
Por favor, ajude a acabar com esta barbaridade.
O Canadá não necessita deste cartão de visita.

Envie uma mensagem ao PM canadiano (click no selo).


5 E não se esqueça de assinar a petição (na bandeira)!



nota (post)erior:
É preciso continuar a pressão. Saiba como AQUI!

segunda-feira, março 13, 2006

Intercourse (post)





Ainda vou acabar por assinar a Maxmen à conta disto.
Quanto ao pós-coito, dependendo da companhia, ou termina em decapitação ou em longa dissertação sobre Vātsyāyana, que acaba, inevitavelmente, por conduzir a novo preliminar.

FJ

ps:
Não respondo a pedidos de contagem de cabeças.

ps2:
Contrariamente ao Rui, NÃO admito comentários.
Chamem-me reaccionário. E não, não sou patrocinado pela Playstation.
(Esta já é velha)

Acção afirmativa ou negativa?



A quem serve uma
"Sociedade por quotas"?

Reflexão sobre as implicações
da "acção afirmativa" como
instrumento de integração social.



A questão da percentagem de 33.3 de mulheres em todas as listas eleitorais, segundo pretende o Governo, levantou o fantasma da "sociedade por quotas" (as aspas e a ironia são menos relevantes do que poderá parecer à primeira vista).
Qualquer sociedade se socorre do uso das quotas para resolver os seus problemas de funcionamento, quanto mais não seja por imperativos de representatividade. O recurso em excesso a este expediente (não é - ou não deve ser - mais que isso) resulta negativo, por estratificar a sociedade de modo demasiado ostensivo, exacerbado.

O que acontece com as mulheres é emblemático, pois só concorrem para esta quotização dois "estratos": os homens e as ditas. Daqui emerge a imediata repulsa por parte de quem, homem ou mulher, não vai na lógica de "espécie ameaçada" que reside no âmago desta iniciativa despropositada e, no limite, insultuosa (embora, de certo ponto de vista, não pudesse ter sido lançada na arena mais a propósito!).

Porém, esta lógica - a dos opositores à quota 33.3 de mulheres nas listas eleitorais ou onde quer que seja - não é linearmente aplicada ao princípio da quotização; isto é, como disse PiresF, por exemplo, já no caso das quotas que têm por objectivo a integração social de minorias étnicas, o mesmo princípio seria aceitável - mediante determinadas condições, digo eu agora. E é precisamente aqui que o "bicho" torce o rabo.

Por princípio, ou como princípio, não me agradam as quotas.
A mera existência de quotas é um obstáculo imediato ao desenvolvimento, porquanto o torna dependente de um factor de base puramente quantitativo que, por norma, transforma em redundante o factor qualitativo.
O que sucedeu nos EUA com a chamada "Acção Afirmativa", por exemplo, é paradigmático: no início, integrou e/ou ajudou a integrar a comunidade afro-americana na sociedade; depois estendeu-se aos latinos e, agora, ao mesmo tempo que asiáticos e árabes se sentem preteridos, são os próprios caucasianos que se mostram preocupados, ao verem como o mérito é relegado para segundo plano por motivos que têm apenas razão de ser matemática, de acordo com a quotização social estabelecida.

Resultado: o problema deste tipo de estruturação social (aqui evito chamar-lhe "estratificação") é que, no início, tudo são rosas, mas ao cair das pétalas, restam os espinhos. Como voltar atrás? Como com uma rosa de verdade, não há volta atrás. Ficam os espinhos, ponto.
A única forma de quotas a favor de minorias étnicas como factor de integração social que veria com bons olhos (e ainda assim com algumas reservas), seria a que limitasse a sua acção no tempo; isto é, haveria que determinar (e não é tão difícil assim) um período de tempo em que a quota seria válida, findo o qual ela se extinguiria.
E isto sem que existisse um objectivo predeterminado, uma meta a atingir que justificasse a existência da quota em causa. A integração por ela proporcionada seria a que fosse conseguida pela minoria étnica abrangida pela medida e só essa minoria seria responsável pelo êxito ou pelo fracasso da iniciativa.

Que se proporcionem meios de integração às minorias étnicas é legítimo e positivo, mas isso não pode significar levar alguém ao colo! Cada um deve aproveitar a oportunidade segundo o seu próprio interesse na integração e, sobretudo, deverá chegar lá pelo seu pé.

Rui Semblano


nota:
Agradeço ao PiresF ter dado o mote para este assunto. Conforme o feedback da "caixinha das surpresas" (vulgo, "comentários"), darei continuidade - ou não - a esta entrada. Um abraço a todos.

Updating 101


Como prometido, aqui ficam os blogs que
recentemente foram adicionados à nossa
lista de Blog Links, na coluna da direita.

Que todos permaneçam. Auguri.



Atelier das Artes (Império dos Sentidos) plm
Há algum tempo que tinha este excelente photoblog (mas não só) debaixo de olho. A qualidade das suas imagens e o critério de escolha são excelentes e uma fonte de conhecimento e estudo para artistas, fotógrafos e todos quantos amam a arte. Só espero que permaneça a autorização de cópia de imagens para fins não comerciais - ou pelo menos um source code activo. A "minha" Charlize Theron, como então disse, veio direitinha de lá!
Um abraço ao FlashGordon e o meu obrigado, de novo, por ter aderido à campanha contra a taxa sobre o uso de ATM's. Bem haja, sobretudo pelo seu "atelier", a que sempre regresso com prazer.

Cartas do Futuro (Magnolia) plm
O link para o blog de Malou (the one and only!) Venancio já está activo entre os Blog Links d'A Sombra há uns dias, mas foi colocado ainda o Cartas do Futuro estava na sua versão Beta (hehehe) de onde só agora a devida vénia. Um blog eminentemente poético, onde a palavra se faz música e o barulho lá fora silêncio.
Malou: aqui estará sempre em casa.
(E já agora, quando ficarem satisfeitos por poderem, enfim, comentar à Sombra, lembrem-se de Malou Venancio. Muito o devem a ela - embora não só.)

Um blog de Ana Anes (a bela Ana, de novo!) plm
Sobre a alegria do reencontro com Ana Anes disse antes de todos. Foi aqui.

Bulunduğum Yerden Manzara... (The Scenery from where I stand...) (Deniz Tuncalp) sphere
Sobre Deniz já algo escrevi n'A Sombra. É o "meu amigo" da Turquia. Espero que publique em breve algumas entradas bilingues, pois o meu turco não é famoso (hmm, hmm...).
Sempre que tal suceder, avisarei assim que o saiba.

Kevin Sites Blog (The Truth Survives) sphere sleeper
O famoso blog que Kevin Sites manteve a partir do Iraque, que terminou com a primeira batalha de Falluja, onde Kevin filmou um soldado norte-americano a disparar sobre um ferido iraquiano estendido no chão. A partir de então, passou a ser considerado subversivo.
Um blog "adormecido" mas a ver e rever. Porque a verdade deve sobreviver.

Kevin Sites in the HOT ZONE (The Truth Survives Still) sphere
Agora, Kevin tem contrato com a Yahoo, que lhe forneceu um endereço próprio.
O mundo que não vemos, visto pelos olhos experientes de Kevin Sites. A não perder.

Por um punhado de píxeis (Nemo Nox) sphere
"Este modesto weblog é confeccionado por Nemo Nox, brasileiro com dez anos de Europa e agora vivendo nos EUA, na região de Washington, DC." - assim se apresenta um dos melhores bloggers que conheço, hoje do outro lado do Atlântico. Um espaço pleno de curiosidades.
Definitivamente a seguir!


Terrorism News (No Comments.) sphere
Like I said, no comments. Check it out.

The Religious Policeman (Outstanding!) sphere
Um blog impossível de um saudita que vive no Reino Unido e veste a pele de um oficial dos Muttaween, a polícia religiosa da Arábia de Saud, enviando relatórios sobre o que se passa no Ocidente para os seus superiores. Este Muttawa, por vezes, muda de pele e afirma-se satisfeito por não ter os restantes Muttaween "breathing on his neck", por assim dizer.
E tem um gadget "fantabuloso": o indicador de MOL (Muslim Offense Level). A última vez que espreitei estava Amarelo, mas durante o auge da crise dos cartoons dinamarqueses
chegou ao Laranja! A não perder.

Zinzolin (Ponette) sphere
Um blog francófono, romântico, de uma alma que adora gatos, como eu e a minha esposa.
Será a bandeira dos blogs franceses, n'A Sombra. Salut Ponette!



Restam ainda as adições às Relações Sombrias, o nosso blog dos blogs, onde se podem também encontrar todos os anteriores! E elas foram as seguintes:

A Memória Inventada / As Sombras / Alone in the rain / Ameal-Coimbra / Boca de Incêndio
Briteiros / Cabo Raso / Café Portugal / Dragoscópio / O Quinto Império Digital / e...

... Last but not least: O Sítio do Ruvasa, de Ruben Valle Santos, que conheci na recta final d'O Espectro, isto é, antes daquela curva da Clara Ferreira Alves! Um abraço, caro Ruben.

Et voilá! (uf...)
Espero que as relações interblogs se mantenham e se tornem sólidas.
Tempus est optimus judex rerum omnium. (*)
A todos o meu obrigado.

Rui Semblano


(*) Sim, ando a ver o Roma, da HBO. É amanhã. Ou seja, hoje - mais logo. (hehehe) .. :)

domingo, março 12, 2006

A partir de dia 19...




Escrevi "An Illegal War Journal" entre 19 de Março e 30 de Abril de 2003.
São dois livrinhos pretos W&N onde registei o que via e o que lia, onde colava recortes e fazia desenhos... A partir do próximo dia 19, terceiro aniversário do início da invasão do Iraque, vou editar diariamente entradas extraídas do primeiro desses diários, em forma de flashback, terminando a 9 de Abril, último registo desse livro.

Porque a guerra no Iraque pode estar perdida, mas está longe de terminada.

nota:
Já andava a trabalhar no trailer de "An Illegal War Journal" há uns dias e quando, a meio da semana passada, actualizei os Blog Links d'A Sombra, na coluna da direita, actualizei também os internacionais (Blogosphere), lá colocando o incontornável Kevin Sites Blog (que terminou em Falluja, quando do ataque inicial à cidade). A maior parte das imagens do trailer acima são dele. As últimas são de Falluja, precisamente. Kevin pode ser encontrado no Yahoo, actualmente, na HOT ZONE, where else.
Nem de propósito, o Público de ontem (11Mar2006) tem duas páginas sobre... Kevin Sites.
Há coisas...
:)

An Illegal War Journal . Index

...
Este é o index do meu pequeno diário do início da guerra no Iraque.
...
Seleccione a imagem por número do dia de guerra ou data abaixo.
Índice completo.
...
.................. Trailer da Série .......................2003.03.18 ........................ 2003.03.19
.....................2003.03.20 .........................2003.03.21 ........................ .2003.03.22
......................2003.03.23..........................2003.03.24 ....................... . 2003.03.25 ..
..................... 2003.03.26 .........................2003.03.27 ......................... 2003.03.28 ..
...................... 2003.03.29 ......................... 2003.03.30 ..........................2003.03.31 ..
................ .... 2003.04.01 .......................... 2003.04.02 ......................... 2003.04.03 ..
..................... 2003.04.04 ......................... 2003.04.05 ......................... 2003.04.06 ..
....................2003.03.07 ..........................2003.03.08 .......................... 2003.03.09 ..
.........
Rui Semblano © A Sombra 2003/2006
...

It's amazing...



Para os que ainda tinham dúvidas...

Contrariamente ao que costumo dizer, se ainda não viu Brokeback Mountain tem de ver este desenho animado antes!



7 . O link está na imagem. (Depois, F11, para full screen!)